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Roma, Fundação da Congregação 2014

“Em verdade, reconheço, que Deus não faz distinção de pessoas, mas em toda nação lhe é agradável aquele que o temer e fizer o que é justo”. (At 10, 34 b-35) Queridas Irmãs, Caros Membros da Comunidade Apostólica de Santa Elisabete,

Comemorando mais um aniversário da fundação da Congregação expressamos a Deus uma enorme gratidão por todas as graças, que nos dá e por ter nos apoiado no desenvolvimento da obra de misericórdia. Que este dia seja também uma oportunidade para refletir sobre nossa própria vocação e a realização do carisma nos transmitido pelas Fundadoras. Incentivadas com as palavras de São Paulo: "Não pretendo dizer que já alcancei (esta meta) e que cheguei à perfeição. Não. Mas eu me empenho em conquistá-la, uma vez que também eu fui conquistado por Jesus Cristo" (Fp 3,12). Tendamos as cimeiras maiores, aprofundando nossa identidade elisabetina e fiel realização da nossa missão.

Na festividade de hoje, concentre-mo-nos na pessoa de São José, cujo, Fundadoras cercavam com a reverência especial. Os Evangelhos nos mostram São José, como um homem de oração, que leva uma profunda vida espiritual, cumprindo as práticas religiosas, justo, onesto e certo. No silêncio ouvia a voz de Deus, para conhecer a Sua vontade e a cumprir da melhor forma através de cumprimento zeloso de suas tarefas diárias. A Sagrada Escritura não possui uma única frase proferida por São José, mas descreve perfeitamente seus atos salientando a singularidade de Sua vida. Deus nos deliciou com este homem humilde, escolhendo-o para o Gurdião para seu Filho e Sua Mãe. Quando José soube que Maria é grávida, ele não tinha pretensões a Deus, de que frustrou Seus planos, mas pacientemente ouvia a voz de Deus e “fez como o anjo do Senhor lhe ordenara" (Mt 1,24). Apesar das dificuldades e dúvidas, que nasciam em seu coração, São José foi totalmente obediente a Deus e as Suas intenções e fielmente permaneceu ao lado de Maria.

Olhando para as nossas Fundadoras, vemos que elas também permitiam em suas vidas conduzir-se pelo Espírito Santo e responderam com grande fé e confiança ao chamado de Deus. Com alegria e dedicação deram suas jovens vidas a Deus e ao próximo, curvando-se sobre os doentes e os pobres em necessidade. Neles viram o rosto de Cristo. Com prazer e com muita dedicação, assumiam o trabalho de cuidado aos doentes, e pondo - se a caminho para os doentes, muitas vezes tinham que percorrer longas distâncias e não se importando com a hora do dia e as condições meteorológicas. Uma grande renúncia e sacrifício exigiam delas os plantões noturnos, como também, as vigìlias diante da cama dos doentes terminais, especialmente durante as epidemias. As Irmãs muito rapidamente recebiam novos doentes, e ao mesmo tempo crescia rápido, a necessidade de expandir as atividades e cuidados. O trabalho das Irmãs se tornava cada vez mais pesado. Com o crescente número de necessitados, sua força pessoal e física era insuficiente, mas elas mesmas nunca perdiam a esperança e seguiam em frente confiando que "bom Deus guiará tudo da melhor forma possível" (Beata Maria Luiza).

Assim como São José, que compreendeu, de que Sua tarefa era estar ao lado de Maria e Jesus, também Fundadoras foram certas, de que sua vocação era cercar com o cuidado e a tutela os pacientes, que permaneciam sem ajuda em suas próprias casas. Em face de uma variedade de experiências de vida não desaniavam, não exigiam seus direitos, não procuravam defender as suas razões, não discutiam, mas discretamente, sem publicidade, cumpriam o ministério da caridade. Por isso, quando durante a estadia no noviciado em Praga, convenceram-se de que Deus tem outros planos para elas, decidiram deixá-lo. Madre Maria confiava, "que Deus, cuja misericórdia e bênçãos muitas vezes experimentavam, ajudará também desta vez" na realização do carisma. No fundo do coração, elas sentiram de que a sua ajuda necessitam especialmente os pobres e os doentes nas casas, dos quais não esperavam elogios, honras ou promoções. Seu único desejo era servir com amor e levar ajuda e alívio para o próximo.

Queridas Irmãs, Caros Membros da Comunidade Apostólica, Deus confia a cada um de nós uma tarefa, por isso temos que estar abertos a Suas palavras, para não seguir seus caprichos, mas avançar na vida segundo a vontade d'Aquele que é o Senhor de toda a Criação. A exemplo de São José, assumamos uma atitude de silêncio, para que ouçamos aquilo o que Deus diz para nós. Ele também hoje precisa de corações amorosos e “em toda nação lhe é agradável aquele que o temer e fizer o que é justo“ (At 10, 35b). A consciência de que a vocação com qual fomos dotadas não é o nosso mérito, mas é um dom de Deus e um convite para colaborar com Ele, devia nos mobilizar a fidelidade ao “fiat” pronunciado, a um zeloso cumprimento dos deveres diários, a uma boa conduta e corajosa ação. Esforcemo-nos a sermos para aqueles que realmente precisam de nós, porque "Cristo já não tem mais as mãos, tem somente nossas mãos, para fazer Suas obras. Cristo já não tem as pernas, tem somente nossas pernas, para ir hoje para o povo" (Anônimo Flamengo do séc. IV). Estas palavras nos mostram claramente o quanto Ele precisa de nós, porque nos escolheu e deseja enviar segundo o seu critério.

Em mais um aniversário da fundação da Congregação, lembramos de nossas Fundadoras, para através do prisma de suas vidas vermos o nosso engajamento na construção da comunidade elisabetina. Permitamo-nos um momento de reflexão, para responder as perguntas: Na vida espiritual consigo haurir do tesouro espiritual de São José. Até que ponto na minha missão cotidiana realiza o carisma transmitido pelas nossas Madres Fundadoras? Como torno presente em minha vida a atitude de silêncio, de contemplação, de prontidão para o sacrífcio e o trabalho? A exemplo de São José e das Fundadoras, apesar das dificuldades encontradas, dos insucessos, da fadiga permaneço no caminho abraçado e com alegria testemunho o bem aos outros? O amor de São José e das nossas Fundadoras, foi pronto para ir além do seu próprio conforto, sentir o peso do sofrimento da outra pessoa e acompanhá-la em sua experiência difícil. Lembremos frequentemente a si mesmo, de que só o amor que é o serviço é amor verdadeiro.

Queridas Irmãs, Caros Membros da Comunidade Apostólica de Santa Elisabete agradecendo ao Senhor pelo dom da santidade da vida de nossas Fundadoras, pelo surgimento e desenvolvimento da Congregação e pela tomada e realização do carisma de muitas gerações das Irmãs e dos Membros da Comunidade Apostólica de Santa Elisabete, peçamos humildemente a Deus pelas novas vocações. Desejamo-nos mutuamente, que a exemplo de São José e das nossas Fundadoras fielmente, discretamente, persistentemente, com alegria e com amor sirvamos a Deus e ao próximo.

Conectando-me espiritualmente envio muitas saudações afetuosas das Irmãs Conselheiras e de todas as Moradoras da casa geral,

em Cristo Jesus
Madre Geral 
M. Samuela Werbinska

Roma, Fundação da Congregação 2014

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